"Nós poderíamos ser muito melhores se não quiséssemos ser tão bons" (FREUD); e eu poderia me expressar muito mais se não me sentisse na obrigação de ter que escrever sempre bem.
É bem verdade que "a descoberta do outro tem vários graus, desde o outro como objeto, confundindo com o mundo que o cerca, até o outro como sujeito, igual ao eu, mas diferente dele, com infinitas nuances intermediárias". (TODOROV). Mas quantos de nós efetivamente descobre (enxerga) este outro como alteridade e não como projeção de qualquer coisa do si mesmo?
O quão fácil é inventar um amor? Dizer "eu te amo" para ouvir eu te amo? E reconhecer uma verdadeira parceira de uma carência ou transferência? Seria a óbvia a identificação num mundo onde representações e sensações dançam "tudo ao mesmo tempo agora"?
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Fading like a flower...
Every time I see you I try to hide away But when we meet it seems I can't let go Every time you leave the room I feel I'm fading l...
-
Meu mundo vai além daquilo que eu vejo. Mas o ponto não é esse, não importa o que eu não vejo. O ponto é que decidi mostrar minhas cicatri...
-
O quão rara é a capacidade de amar numa sociedade que se esconde do luto atrás da substituição imediata, fazendo das pessoas, objetos desca...
-
Se não tivemos a mesma história, então não temos os mesmos olhos e não encontramos os mesmos objetos (valor emocional).
Nenhum comentário:
Postar um comentário