segunda-feira, 2 de maio de 2016

O que ninguém sabe, ninguém estraga.

-Roland Barthes- adaptação livre.

Como ciumenta, eu sofro quatro vezes: 
(1) por toda ruminação que o ciúme traz; 
(2) por me culpar por ser assim;
(2) por temer que meu ciúme machuque o outro; e 
(4) por me deixar levar por uma banalidade. 
Eu sofro, portanto: 
por ser prisioneira de mim mesma, por ser agressiva com o outro, por ser louca e por ser comum.

Fading like a flower...

Every time I see you I try to hide away But when we meet it seems I can't let go Every time you leave the room I feel I'm fading l...